domingo, 6 de novembro de 2011

A luta continua... rumo ao cessar da luta.

Gostaria de falar um pouco sobre a atividade política que tem me seduzido ultimamente. Quero fazer um relato jornalístico disso: essa é a investigação que eu faço há anos no meu corpo. Por jornalismo, por favor, não deduza imparcialidade. Isso não existe. Ao falar que precisamos comer carne e leite para garantir nossas necessidades nutricionais diárias, os jornais e a TV não estão sendo imparciais. Não sejamos ingênuos.

Não como carne, e também busco não consumir quaisquer produtos de origem animal como leite, queijo, ovos, mel e couro. Evito produtos industrializados de grandes marcas, pois praticamente todos são testados em animais. Atualmente, posso considerar-me vegan.

Sinto-me muito bem. Há muito tempo não apresento doenças comuns que todo mundo costuma ter como gripe, problemas digestivos e baixas no sistema imunológico. Meu intestino funciona muito bem e regularmente, enquanto vejo muitas pessoas acharem normal não fazerem cocô todos os dias, ficando literal e emocionalmente enfezadas.


Comer animais é natural para o homem?
Com fome, escolher entre uma maçã ou matar um coelho? Seria o ser humano naturalmente carnívoro?




Sofrimento animal: uma causa



Não é mais possível fecharmos os olhos aos maus-tratos com os animais. Há pouco mais de 100 anos a humanidade ainda tratava como seres inferiores os escravos. Eles não eram vistos como almas a serem respeitadas. Hoje o mesmo paradigma se apresenta no caso dos animais.

Delicioso?

Filmes indispensáveis para qualquer cidadão que queira entender como nosso sistema de produção mascara e cria ilusões sobre nossas reais necessidades são os documentários do Instituto Nina Rosa.

Atenção pois esse video tem 6 partes. Não deixe de assistir as partes seguintes, que são as mais importantes.



Cientistas, estudantes e abatedores chegam a achar normal procedimentos como a debicagem dos pintinhos, afastamento dos filhotes de suas mães, os cortes e sacrifícios em série. A humanidade precisa mesmo disso? É necessário?

Achar normal que uma vaca fique grávida a maior parte de sua vida, com as tetas cheias 3 a 4 vezes mais do que o que seria para alimentar apenas seu bezerro, tão pesada que pode ter mastite e inflamações, vivendo uma expectativa de vida inferior a de uma animal livre e vendo seu filhote mamar menos para que seu leite abasteça os humanos, único animal na terra que consome leite de outras espécies. Não é natural sermos assim.

Somos bons por natureza. Não é a toa que, como disse Paul Maccartney, os abatedouros não tem paredes de vidro e que sequer podemos filmar ou ver o que lá acontece. Sentimos compaixão, sentimos amor pelos animais. Sabemos que eles sentem dor, pois podemos olhar em seus olhos. Eles são como nós. Ao sentirem que serão assassinados, os animais entram em midríase, suas pupilas dilatam, uma grande carga de adrenalina, o hormônio do medo, é jogado em sua corrente sanguínea. E as pessoas ingerem isso.

Quanto mais alto na cadeia alimentar, maior é o acúmulo de substâncias e metais pesados no corpo. Os índices crescem exponencialmente desde as algas e planctons, acumulando-se muitos mais nos animais do topo da cadeia alimentar. A medição de mercúrio chega a ser 300 vezes superior nas baleias, golfinhos e peixes. Os agrotóxicos estão muito mais acumulados e concentrados nas carnes e nos animais do que nos vegetais. Isso quem falou foi o Doutor Márcio Bontempo, médico com anos de experiência, que eu vi num documentário.

Outro filme a assistir é o "Não Matarás" que fala do uso de animais em pesquisas científicas e testes de cosméticos e drogas. O mais inocente xampu pode ter sido cruelmente testado em animais. Os cientistas inoculam os elementos tóxicos, desde produtos de limpeza a agentes causadores de doenças. Nos olhos dos coelhos são injetadas substâncias e observadas as reações, que incluem inflamações e até cegueira. Vamos nos permitir usar produtos que compactuaram com o sofrimento de animais? Precisamos disso como humanidade? Nossa ciência, lugar supostamente mais alto ao qual conseguimos chegar, precisa realmente disso; de tratar os animais, inocentes criaturas, como trapos?

NÓS NÃO PODEMOS MAIS FECHAR OS OLHOS.
ASSISTAM A SEGUIR "NÃO MATARÁS".




Cálcio, ferro e proteína: os vegetais são fontes mais confiáveis

Ao contrário do que prega a mídia de massa e a opinião comum, laticínios roubam cálcio do corpo. Um corpo cheio de proteínas animais (leite, queijo e carne) é um corpo lutando para digerir uma quantidade excessiva de aminoácidos (a proteína não é uma cadeia de aminoácidos?). Por consequência, o sangue também fica ácido, um meio propício para infecções, inflamações e doenças. Um corpo assim tem que produzir muito HCl (ácido clorídrico) para digerir as proteínas animais. Na iridologia, o ponto no nosso olho onde se vê como vai o nosso estômago envolve a pupila, que é a região vinculada à estrutura de nossa coluna vertebral. A acidez no estômago está intimamente ligada com o corroimento de nossos ossos. Conforme um artigo dos pesquisadores sob o pseudônimo de Dr. Soleil, que você pode ler aqui, as proteínas em excesso no nosso corpo são eliminadas, o que sobrecarrega os rins e o fígado que precisam usar grande quantidade de cálcio nesse processo, mineral que é então retirado diretamente de nossos ossos.

É muito importante ingerir grãos integrais pois é na casca que se encontra sua riqueza. Os grãos refinados (ex: arroz branco e massas brancas) não contém vitaminas e minerais, podendo ainda atrapalhar a absorção de nutrientes pelo corpo. Segundo o Doutor Mark Sircus, muitas das doenças diagnosticadas em nossa sociedade tem a ver com a carência de magnésio, causada não por uma deficiência desse mineral mas por uma dificuldade de absorção, relacionada com o consumo de grãos refinados.


Segundo o nutricionista George Guimarães, no documentário "Olhe nos Olhos", os países com maiores índices de osteoporose são os países que mais consomem proteína animal: Suécia e Finlândia. Nunca se viu um vegetariano com carência de proteína. A ideia de que precisamos consumir carne para nos fornecer proteína é um mito. Podemos obter proteína suficiente para nossas necessidades diárias num simples prato de arroz integral ou algumas castanhas. Animais herbívoros, como o cavalo e a vaca, também precisam de proteína para formação de seus músculos, são tão ou mais fortes que nós e conseguem completar suas cadeias de aminoácidos nutrindo-se exclusivamente de fontes vegetais.


Vegetais verde-escuros num delicioso suco verde nos abastecem com todo o ferro, cálcio e zinco de que necessitamos. Frutas também contém cálcio. Melado de cana -o açúcar não-refinado- também está cheio desses nutrientes, enquanto que o açúcar que consumimos é apenas uma bomba de carboidratos sem nenhum nutriente e branqueado por processos químicos. Aliás, os refinados (açúcar branco, farinhas brancas, arroz branco), dizem alguns médicos, sugam o magnésio de nosso corpo, causando-nos déficit de minerais.


Não é a toa que algumas doenças que nunca existiram na história da humanidade surgiram nos dias de hoje: diabetes, osteoporose, hipertensão.


Por que então os supermercados estão cheios de alimentos processados, mortos, cheios de aditivos e conservantes, testados em animais, feitos com animais? -Atenção para os corantes de iogurtes de morango retirados de insetos mortos.-


Hipócrates, o pai da medicina, já dizia "Seja o alimento o teu remédio e o remédio o teu alimento". Por que estamos então, milênios depois, comendo a doença que depois vamos tratar com substâncias causadoras de mais doenças (analgésico, antibióticos e DROGAS, vendidas nas DROGARIAS)? Por que estamos nos DROGANDO?


B12 e nutrientes

Segundo nutricionistas como Eric Slywitch, George Guimarães e médicos como Alberto Gonzalez, vegetarianos costumam ter menos riscos de contrair câncer, especialmente do intestino, e muitas vezes melhores índices de ferro e outros nutrientes no organismo. Nenhum nutriente falta à dieta vegetariana. Cálcio, ferro, proteínas e todos os outros elementos podem ser obtidos de fontes vegetais: folhas verde-escuras, castanhas e oleaginosas, feijões, cereais integrais, frutas.


A vitamina B12 é o único elemento que não pode ser obtido exclusivamente de produtos vegetais. Mas isso é devido à esterilização dos ambientes que veio com o advento da industrialização. Antigamente, ingeríamos B12 proveniente de bactérias nos próprios alimentos. Bactérias boas. Alimentos mortos, industrializados, matam tanto as bactérias ruins como também as boas bactérias, que precisam viver em nosso intestino para contribuir na completa nutrição do nosso corpo. Não é a toa que pessoas com diarréia costumam comprar suplementos nas farmácias para recolonizar de bactérias os intestinos. Coisa que deveria existir naturalmente em nós se nos alimentássemos conforme nossa natureza: alimentos crus, alimentos vivos, não industrializados, grãos integrais, não refinados, não-polidos e não tratados quimicamente.

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