Gripe suína: vacina não é solução

Em meio a olhos apavorados, surto de gripe suína, tem gente que é contra a vacinação. São raros exemplos (na Europa ainda tem mais gente assim do que no Brasil) enquanto a maioria da população reza por uma vacina para todas as doenças.

É fato que a opinião pública enfatiza tanto a importância das vacinas que pouco se discute sobre elas. São vistas como unanimidade e agora, com essa gripe suína então, a vacina é vista como única solução para uma possível pandemia.

Mas longe do medo e das precauções excessivas, as pandemias como a da gripe suína são respostas da natureza aos desequílibrios ecológicos. São leis inevitáveis de controle das populações. A biologia já explica.

Formas melhores de lidar com essa lei são necessárias. As vacinas não resolvem o problema a não ser temporariamente.

Encarar a doença holisticamente é saber que ela é um alerta, vem para dizer que o organismo (organismo-Terra ou organismo-homem) precisa se cuidar. Não é para ter medo dela. É preciso enfrentá-la de forma efetiva, senão ela aparece de novo depois de um tempo. E aí virá mais forte sob a forma de outra coisa; talvez até mais grave.


Argumentos médicos pelo uso moderado das vacinas?

Veja abaixo um excerto do livro "Aos que se tratam pela homeopatia" da médica-sanitarista Célia Regina Barollo:

"Homeopaticamente falando, e do ponto de vista teórico, é indiscutível que as vacinas são nocivas.

Acabamos de dizer que as doenças infecciosas são válvulas de escape que permitem que não se agrave um desequílibrio já existente. O que aconteceria se para toda doença infecciosa já tivesse sido encontrada uma vacina? O organismo precisaria de outra válvula de escape, novas doenças surgiriam, porém desta vez mais graves, como são as doenças degenerativas dos órgãos ou as hipertofias (tumores).

Por outro lado, as vacinas são nocivas porque obrigam o sistema de defesa do organismo a uma atividade que não é reclamada naturalmente. Isto é, o aumento, a proliferação de células fora de hora.

Além disso, pela vacinação são introduzidas protéinas estranhas tanto a nível químico quanto energético, sem que haja uma predisposição ou preparo do corpo para isso.

Do ponto de vista prático, existe hoje muita controvérsia sobre o real efeito protetor de algumas vacinas.

Por exemplo, no caso da BCG (contra a tuberculose) existem trabalhos extensos, mostrando que o nível de proteção verificado em vários lugares do mundo é quase nulo, senão realmente inexistente. Outro fato: em clínica encontramos vários casos de "BCGites", provocadas pela instalação do bacilo da vacina, que é um agente patogênico, induzindo ao aparecimento de uma real doença.

Em relação à Tríplice (contra difteria, coqueluche e tétano), alguns autores já aceitam a aplicação apenas da dupla (diftérica/tetânica) eliminando a parte referente à coqueluche, devido aos possíveis efeitos colaterais da fração pertussis.

Todas as vacinas podem causar efeitos colaterais e são contra-indicadas em alguns casos.

O que se percebe nos consultórios homeopáticos é que...os recém-nascidos não vacinados adoecem com menos frequência do que os que tomaram vacinas.

Infelizmente o nível sócio-econômico da população brasileira ainda é baixo e não permite um equilíbrio total das pessoas que não têm acesso a uma boa alimentação, à higiene e à educação, justificando-se desta forma a vacinação do ponto de vista social, pois a maioria da população é suscetível às doenças infecciosas.


Sabemos também que muitas doenças, como sarampo e coqueluche, para as quais existem vacinas, são realmente graves somente para desnutridos e imuno-deprimidos, e que crianças bem alimentadas e cuidadas com higiene conseguem passar por essas doenças sem grandes problemas. Muitas vezes as infecções, incluindo os mais apavorantes casos, como a paralisia infantil, podem ser debeladas com medicamentos homeopáticos."


Falando agora sobre gripe em geral, sem relacionar com a suína, pois ainda não se sabe muito sobre ela.

Essa vacina que se toma contra gripe protege contra três tipos de vírus de gripe, enquanto existem mais de 100 sorotipos de vírus diferentes. Por isso, a ocorrência de resfriados em crianças chega a ser de 6 a 12 vezes por ano.

Nessa época é comum ter gripe. Nossa alimentação e qualidade de vida na cidade é tão ruim que nosso organismo fica debilitado a ponto de qualquer vírus circulante no ar nos derrubar.

As mães desesperadas enchem os fillhos de remédio, com o aval dos médicos que atendem as crianças nas urgências de hospitais. Mas isso só resolve as coisas temporariamente, até a próxima crise. Ou pior suprime um sintoma que deveria ser tratado a longo prazo e não com medicamentos que apenas mascaram uma situação de doença no organismo. Segundo o Dr. Luc Weckrx, presidente da Academia Brasileira de Otorrinolaringologia Pediátrica, 50% a 60% dos pacientes com gripe ou resfriado acabam usando antibiótico para um quadro de etiologia viral desnecessariamente. Quer dizer, antibiótico só resolve os quadros de doença na cabeça da mãe e do pai desesperados. Efeito psicológico do remédio, já que a maiora dos casos de gripe se cura sozinha depois de uma semana. É só esperar um pouquinho mais antes de resolver as coisas com o tal do antibiótico, nocivo demais para o corpo, que chega destruindo toda a vida do organismo.

É necessário mais: fortalecer o sistema imunológico da criança, através de uma alimentação viva. Açúcar, frituras, leite, carnes e alimentos industrializados como biscoitos, iogurtes de supermercado e tudo isso que tem conservantes são grandes causadores de alergias, muco e coriza. Destroem o sistema imunológico, acidificando o sangue e tornando o organismo alvo fácil para a reprodução de vírus, bactérias e infecções de todo tipo.

6 comentários:

Anônimo disse...

Oi Marina... eh o Ivan, seu amigo de Arequipa. Estou dando aula de portugues aqui na cidade do mexico, foco da gripe, e hoje ainda teve um terremoto. Se nao fosse a minha tranquilidade de monje eu estaria louco jah uma hora dessas. Mas por enquanto, o unico sintoma eh q tou fazendo muita piada...

Beijos... Tudo de bom

Anônimo disse...

Olá Marinoca!

Navegando na internet, acabei caindo no seu blog. Bacana vc colocar as coisas sob outra perspectiva, nunca tinha pensado nessa questão da vacina...
Bjos,
Luisa Brasil

Marina Utsch disse...

Nossa Ivan...Ta todo mundo apavorado aí???

Marina Utsch disse...

Oi Luisa...Valeu o comentário. Essa questão sobre as vacinas é mesmo muito interessante. É difícil achar pessoas que falem sobre isso, pois é uma questão polêmica. Mas alguns biólogos e gente que trabalha com agroecologia já visualizam a questão dessa forma... Quero ver se consigo uma entrevista mais completa sobre o assunto em breve.. um podcast! bjos!

Anônimo disse...

Olá, Marina,
Tenho um filho de 2 anos e 6 meses, filho da homeopatia, como diz o médico que cuida dele.Com tudo isso que está acontecendo nesse inverno, meu filho não teve nem um resfriado até o momento, e ele fica em berçário, oque aumenta os riscos..Mas, até encontrar com este médico, sofri bastante no primeiro ano de vida do Lucas, fiz a besteira de vaciná-lo contra pneumonia, e a cada dose que ele tomava ele tinha uma nova recaída. Inclucive havendo uma internação. Até que cheguei a este médico, Dr. João Lourenço, que me explicou do imenso mal que as vacinas causam no corpo frágil dos bebês... Hoje, sou consciente e tranquila, e nem anti-termico meu filho toma, porque também sei o quanto a febre é uma defesa importante para o nosso organismo. Parabéns pelo blog! Desculpe-me pelo comentário longo, mas acho importante divulgar estas informações que só fizeram bem para minha vida. Abraços carinhosos, Silvia Vieira

Marina Utsch disse...

Olá Silvia. Obrigada pelo comentário. Se não se importar, resolvi dar um destaque a ele transformando-o num post. Achei muito importante seu depoimento. Abraço,

Marina